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Leitores de Immortales!

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Oi amores, na minha correria louca, lá vim eu aqui postar mais fotinhos de leitores de Immortales!

A primeira fofa é a Paula Alessandra, ficou linda na foto e está lendo o livro de novo! Alguém duvida que ela se apaixonou?





 E, essa flor, é a Silvana Sartori, parceira, que está nos prestigiando com sua foto do livro!




Ah, eu não tinha como estar mais feliz! Em breve teremos muitas novidades! Immortales comemorá um ao em grande estilo, aguardem!

Beijokas seus lindos!


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Pré Venda de Youkai!

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Acese a nossa lojinha e garanta já o seu:








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Linhas: Vem participar de Immortales!

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Estou contando com vocês!! Vamos lá!


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Resenha: O Menino do Pijama Listrado - John Boyne

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Resenha: O Menino do Pijama Listrado.
Título Original: “The Boy in the Striped Pajamas”
Autor (a): John Boyne.
Ano: 2007.
Número de páginas: 192.
Editora: Cia das Letras.
Edição: 1ª edição.


Está aí um livro que sempre tive vontade ler, mas que nunca tive real coragem de fazê-lo. Simplesmente, porque os livros que abrangem este tipo de assunto já vem com um sentimento embutido: tristeza.

Enfim, eu tomei coragem de fazê-lo e devo admitir que tem sim muita tristeza, mas também tem os sentimentos e a simplicidade da visão de uma criança diante de acontecimentos que ela não entende, mas que tenta explicar do melhor jeito possível seguindo do seu ponto de vista simplista.

Bruno é um menino cheio de imaginação e vontades. Morando em Berlim com a família, ele acha que nada pode ser mais glorioso do que sua casa de cinco andares — contando com o porão e o sótão — seu corrimão que atravessa todos os andares e os três melhores amigos para a vida toda. Porém, ele vê seu modelo de perfeição do mundo desmoronar quando a visita do “Fúria” em sua maravilhosa casa muda tudo o que ele planejou para a sua vida de explorador.

Ele se vê obrigado a mudar para um lugar longe demais de sua casa, de sua rua ou de seus melhores amigos no mundo todo, mas que era muito importante para o trabalho do pai, porque o “Fúria” tinha grandes planos para o seu pai.

Então Bruno se muda para um lugar desconhecido, com uma casa feia e com a pintura por fazer, e com apenas três andares sem lugar algum em que ele pudesse fazer uma exploração, mas havia uma coisa diferente em seu quarto, uma janela. Não era uma janela comum, ela apontava para um lugar que Bruno nunca tinha visto. Um lugar de cercas altas e com pessoas e crianças que usavam um pijama listrado o dia todo.

Naturalmente aquele lugar lhe despertara uma grande curiosidade, uma vez que ele percebia que os oficiais do pai entravam e saiam como bem entendiam, mas as pessoas de pijamas jamais vinham pro lado deles da cerca. Impulsionado pelo tédio, Bruno resolve explorar o pátio a volta de sua casa, chegando sem querer muito perto da cerca, e tudo muda quando encontra Shmuel e nele um grande amigo.

O menino do pijama listrado é um livro indiscutivelmente cativante e triste. Triste porque nós, que estamos lendo o livro, sabemos dos horrores que aconteciam nos campos de concentração na Polônia, mas Bruno não fazia a mínima ideia do que se passava no lugar para onde se mudara e, menos ainda, dos planos que o “Fúria” tinha para o pai. A visão que ele tinha das coisas e do menino do outro lado da cerca é tão simples e bonita, que mascara perfeitamente a tensão que o assunto traz.

Com certeza um livro que eu recomendo, mas que não leria novamente simplesmente porque o final me chocou de uma forma que ainda não sei explicar.

Espero que tenham gostado!

Beijos Cari



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Letras: Feliz Dia da Mulher!

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O berço de Catherina


Frightened by a dream, you're not the only one
Running like the wind, thoughts can come undone
Dancing behind masks, just sort of pantomime
But images reveal whatever lonely hearts can hide


Luz do sol que entrevem da janela, banha o quarto, inunda a cama... a cama onde ela dormia. Seu sono solto, sono de mulher, em sonho de menina. Onde os cabelos pretos espalhavam-se em fios de ébano sobre a fronha tão alva quanto sua pele. Pele menina, em corpo de mulher... Onde estava Catherina?
No seu belo e lindo palacete, em colunas douradas, esperando o príncipe? Não, estava na cama comum de mogno, no quarto de um bairro do Rio de Janeiro... O castelo, tão esperado por ela em seus sonhos, não era tão dourado... Nem as cortinas rosas enfurnavam com a brisa fresca, muito comum naquelas paragens, como ela sonhara.
Não havia seu belo escritório, com sua prancheta, resquícios sólidos de sua profissão; arquiteta. Nem isso, ela havia deixado ali. Eram apenas móveis, avermelhados como seu olhar, que vagava pelo quarto à procura de abrigo. Abrigo das roupas, objetos inanimados, pequenos resumos de sua vida, que como cristais translúcidos, enfeitavam seu quarto... delicadamente. A um passo de se quebrar.

Lady, lady, lady, lady
Don’t walk this lonely avenue
Lady, lady, lady, lady
Let me touch that part of you
You want me too


Aprisionavam sua alma cada vez mais... Em sonhos que não viriam, na música que há trinta anos fazia sucesso, no corroído vinil da década de oitenta. Um presente que passou à passado tão rápido, quanto a vida muda seus caminhos. Mas a alma de Catherina estava ali... imutável. A mesma menina que sorria para o príncipe encantado, do alto de sua janela, bem elaborada, em estilo art déco... Era para ele bramir sua espada e dizer poemas... Entretanto, saíam fórmulas matemáticas de seus lábios... Lábios perfeitos para Catherina, perfeitos como seus sonhos.
Fôra ela sozinha que o escolhera, o cavalo branco... há muito tempo, tornara-se malhado. As pintas lascivas que deturpavam o sonho tão puro de Catherina. Um sonho que ela não esperava chegar aquele ponto... Um ponto de reticências, como há muitos nesse texto. Uma reticências exageradas de continuidades, não contínuas. Porque no sonho de Catherina, seu príncipe era perfeito.
Usava armadura, entrava pela torre mais alta do castelo, em móveis de mogno, com toda a altura de um garanhão puro sangue... Mas aonde ele estava agora, na doçura do dia a dia das crianças que choravam, cresciam... e se libertavam do sonho de Catherina?
O que era Catherina agora, que o príncipe se despira do dourado, as cortinas rosas não tremeluziam sob a brisa... e não havia castelos... nem sonhos?

Lady, lady, lady, lady
I know it's in your heart to stay
Lady, lady, lady, lady
When will I ever hear you say
I love you


A realidade sufocante de um dia quente de verão, onde a brisa no corre, a pele esquenta... O maldito chapeado feito as seis e quinze da manhã simplesmente enverga pelo calor do Rio de Janeiro. E a droga do salto alto de quinze centímetros é só mais uma aporrinhação naquele dia que deveria ter começado perfeito, como seu casamento há vinte e dois anos!
A chuva intensa de março, enche de lama seus sapatos, e quando pisa em casa, ás seis da tarde, depois de lutar por mais de três horas contra o banco, a vaga no supermercado e o caixa... o príncipe vira e diz:
– Merda, cadê o jantar?   
Não era apenas para ele sorrir e dizer meia dúzia de besteiras, e tentar organizar as coisas de forma apropriada para um intelecto superior?
Então, Catherina apenas assenti, passa por ele e se tranca no quarto.

Time like silent stares, with no apology
Move towards the stars, and be my only one
Reach into the light, and feel love's gravity
That pulls you to my side, where you should always be


Não ouve mais os protestos descabidos de um príncipe que perdeu seu alazão em algum ponto da história, em que ela, não sabe precisar como foi que isso aconteceu...  Ela se tranca da vida, aparentemente depreciativa que há lá fora... Os anos passaram, a vida passou, mas Catherina ainda está ali... viva. Mesmo que todos os outros digam que ela não pode sonhar...
Que ela não deva sonhar...
Que ela não consegue mais sonhar...
Então, ela agora vive para ela... E um dia, aquele príncipe, que a menina Catherina sonhava, vai entrar pela torre e salvá-la da vida... Não mais dos sonhos de menina. Porque, como nós mulheres, ela também quer ser amada pelo que é... Não por ser bonita, inteligente... ou feminina. Ela quer aquilo que os filmes insuflam à mente humana, o que seu corpo de mulher pede a sua alma... e é muito mais do que apenas alguém que entra em sua vida como um príncipe... vira um pai... e envelhece sem conhecer a mulher que um dia teve ao seu lado... 
Por que, você sabe, Catherina nos deixou, há linhas atrás...

Lady, lady, lady, lady
Don’t walk this lonely avenue
Lady, lady, lady, lady
Let me touch that part of you
You want me too



Minha homenagem a todas as mulheres, 
principalmente a minha irmã Nathercia
EU TE AMO!


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Linhas: Mais fotinhos de Leitores!

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Olá amores,
vim abraçar mais leitores de Immortales
que com muito carinho enviaram suas fotos!





 Renata Moraes Melato!






 Agatha Balvedi Muraro!






Ellen Tarciane!


E eu estou cada vez mais feliz com esse sucesso do livro! 

Obrigada amores!






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Resenha: Kaori, Perfume de Vampira. - Giulia Moon

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Resenha: Kaori, Perfume de Vampira
Autora: Giulia Moon
Ano: 2009

Nº de Páginas: 371

Editora: Giz Editorial


Eu tenho o péssimo hábito de comprar um livro pela capa. Muitos dos livros que tenho, comprei porque achei a capa lindíssima e, com Kaori, não foi diferente. Já comentei isso em minha resenha sobre “O Senhor da Chuva” e, até agora, creio que não me arrependi de ter comprado nenhum deles pela capa.

Além da capa linda, Kaori aborda um tema do qual sempre fui fã: Vampiros. E até agora nunca havia me deparado com nenhum vampiro japonês e isso, sim, chamou minha atenção pelo simples fato de eu ser muito mais fã da cultura japonesa.

O livro abrange duas histórias: a de Samuel Jousa, um olheiro de vampiros misterioso, que luta para conseguir recuperar memórias perdidas há dois anos de onde saiu com uma única pista, uma grande tatuagem de um dragão japonês; de Kaori, nossa bela e ilustre protagonista que empresta o nome para o titulo deste livro. Sua parte da história mostra o passado de incontáveis anos atrás e como chegou a se tornar uma Kyeketsuki — nome dado aos vampiros japoneses.

Em meio a estes dois personagens temos o IBEFF — Instituto Brasileiro de Estudo de Fenomenos Fantásticos —, uma organização que visa catalogar e observar os desmortos e demais criaturas fantásticas para um controle sem interferir em suas “vidas” e isso inclui suas caçadas.

Iniciamos com uma breve introdução onde a sensualidade e o desejo por sangue seguem presentes no encontro de Samuel com uma bela vampira de perfume exótico, o que para mim já foi o bastante para me interessar pelo livro de capa bonita. Em seguida, nos deparamos com duas épocas e locais totalmente distintos: Periodo Tokugawa — Japão e São Paulo — Brasil.

A partir daí nos vemos envolvidos em dois estilos de vida totalmente diferentes. Começamos pela pacata vida da menina Kaori, na flor da idade, onde as curvas e a delicadeza de mulher começam a aflorar em meio a uma simples loja de dangôs despertando não só os olhares famintos dos homens como da maléfica Missora, proprietária de um kinjuro onde com frequência meninas como Kaori desaparecem sem explicação.

Depois nos damos de frente com Samuel, o misterioso olheiro de vampiros que deseja desvendar os fatos ocorridos há dois anos, quando acordou sem as memórias de dias em sua cabeça. As coisas para o vampwatcher começam a mudar quando em um dia qualquer ele avista um raro espécime de vampiro oriental que o levará a descobrir tudo o que ele procurou em suas memórias de anos atrás.

Ainda teremos em parceria com ele, Sidney — o misterioso executivo do IBEFF —, e Beatriz, uma bióloga que cataloga e investiga a vida dos Limpadores, animais que seguem os vampiros se alimentando da carniça que os caçadores deixam para trás.

Sugiro que comprem este maravilhoso exemplar de literatura fantástica e se deliciem com todo o suspense e sensualidade que o doce perfume de vampira deixa impregnado por onde passa.Só assim você vai ser capaz de entender a relação entre o olheiro e a bela vampira.


Beijos Cari


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